Etapa Nova Dutra Multimarcas – Interlagos- 13/04/2024

Aqui você fica sabendo o que rolou em nossa etapa, resultados, transmissão, fotos e onbords e mais.

Fiquem atentos nas atualizações. Última atualização em 15/04/2024

Organização OsKarteiro

Resultados:
Classificação, corridas e volta a volta:
➡️ Não Disponível - Em breve


Transmissão da etapa 📺: Clique aqui

Padawan2

A pista de Interlagos nunca decepciona, e essa corrida não foi exceção. Desde o ronco inicial dos motores até a bandeira quadriculada, o que se viu foi um espetáculo de velocidade e perícia.

Com a pontualidade de um relógio suíço, às 16:30, os karts alinharam-se para a categoria Padawan. Eram pilotos ávidos por mostrar que a força estava com eles. Rafael Butt Fernandes Farias, carregando o número 38, mostrou desde cedo que seria o piloto a bater, cravando não apenas a pole position, mas também a melhor volta do grid com impressionantes 54.149 segundos, uma demonstração de habilidade e controle em cada curva acentuada da pista.

Gabriel Alves, com o número 33, mantinha-se em perseguição, como se atado por uma corda invisível ao líder. Com um tempo de volta que ficou a meros segundos de diferença, mostrou que a competição seria acirrada até o fim.

Paulo Victor Rodrigues e o número 45 vinham logo atrás, e sua consistência era evidente com voltas quase simétricas em tempo, um metrônomo de quatro rodas que se destacava entre seus concorrentes.

Gennadii Berezin, portando o número 1, e Eduardo Carvajal Quinaglia, com o número 9, completavam o top 5 com desempenhos notáveis, ambos mantendo um ritmo que os mantinha na briga pelo pódio, com Eduardo registrando o maior número de voltas na liderança, evidenciando sua estratégia de resistência e persistência.

Ayana Sousa, Juliana Fava, e Jennifer Scarlatt Santos, números 42, 8 e 29 respectivamente, faziam suas máquinas dançar sobre o asfalto, alternando posições e disputando cada metro da pista com fervor e técnica apurada.

E entre todos esses talentos, não se pode esquecer de Gilson Fernandes Batista de S, com o número 12, que, embora tenha fechado a tabela, cruzou a linha de chegada com o mesmo espírito de competição e conquista que define o esporte motor.

Cada volta era uma nova história sendo escrita, cada ultrapassagem um conto de astúcia e coragem. Os espectadores ficaram na beira de seus assentos enquanto os competidores teciam suas tramas de velocidade pelo asfalto lendário de Interlagos. E assim, ao cair da tarde, os karts diminuíram o ritmo, os capacetes foram tirados e os sorrisos, mesmo sob a exaustão, eram evidentes. Uma corrida para ficar na memória, um dia onde cada piloto, independente da posição final, era um Jedi da resistência, velocidade e da paixão pelo automobilismo.

Padawan 1

Naquela tarde ensolarada em São Paulo, o asfalto do Kartódromo de Interlagos estava especialmente receptivo aos entusiastas do esporte que buscavam conquistar não apenas a vitória, mas também a superação pessoal na categoria Padawan 1. Os competidores estavam alinhados, com os olhos fixos no horizonte de curvas e retas que os esperavam.

Hagamenon Junior, portando o número 38, foi o protagonista incontestável, tecendo pelo circuito uma performance magistral que o colocou na liderança desde o início. A cronometragem marcava o sucesso de sua estratégia – cada volta mais um passo rumo ao topo do pódio.

Colado a ele, como a sombra que não se desvencilha do objeto, Rodrigo Lourenço Henrique, com o número 21, mostrou que a diferença entre o primeiro e segundo lugar é medida não apenas em segundos, mas também na respiração contida de espectadores que acompanhavam cada ultrapassagem tentada.

Vinicius Monteiro, que levou o número 16, foi o detentor da melhor volta, mostrando que, em corridas, o brilhantismo pode surgir em lampejos de genialidade pura, como o 00:53.646 que cravou no cronômetro, desafiando os limites de sua máquina e de sua própria destreza.

Os corações batiam mais forte quando Fábio Delospital e Gabriel Paulos disputavam posição roda a roda, evidenciando a essência do kart – uma dança perigosa e empolgante, onde cada curva pode ser a diferença entre o pódio e o quase lá.

Enquanto isso, Davi Araujo, número 23, mantinha-se resiliente, mostrando que cada fracção de segundo é vital e que a esperança de avançar nunca deve ser abandonada até a linha final.

A competição continuava, com a determinação de Eric Culhari e Guilherme Lemes Raymundo, que não deixavam que a pressão abalasse o foco. E não se pode esquecer de Murilo Orlando, que, mesmo com um começo menos favorecido, teve lampejos de pura destreza ao volante.

Ao final, com o cair da bandeira quadriculada, viu-se mais do que um vencedor; viu-se a celebração do espírito esportivo, onde cada piloto, independentemente de sua posição final, compartilhava do mesmo fervor e da mesma paixão pelo ronco dos motores e pela velocidade.

E assim terminou mais uma etapa no templo do automobilismo brasileiro, deixando na memória dos presentes as imagens de karts ziguezagueando, de olhares fixos nos pilotos e do cheiro inebriante de borracha queimada – um dia para lembrar a magia do kart, um prelúdio da jornada de cada Padawan em busca de se tornar um mestre Jedi das pistas.

Challengers 2


Na atmosfera eletrizante do Kartódromo de Interlagos, a corrida Challengers 2 do dia 13 de abril de 2024 foi um espetáculo de técnica, agilidade e um pouco de adrenalina. Bruno Mendes Pinto, com uma performance estelar, garantiu seu lugar no topo do pódio com uma velocidade média impressionante de 59.191 km/h e o melhor tempo de volta individual de 53.351 segundos, uma marca que reflete não apenas sua habilidade, mas também o sincronismo perfeito com seu kart.

Rodrigo Kesper, seguindo de perto, mostrou que consistência e precisão são igualmente valiosas, terminando apenas 1.767 segundos atrás do líder. A diferença de tempo pode ser pequena, mas na pista, cada milésimo de segundo é uma eternidade e cada decisão pode mudar o destino de uma corrida.

Marcelo Rodrigues Barbosa da Silva e Bruno Billy Sousa, em terceiro e quarto lugares, respectivamente, mantiveram a competição acirrada, separados por uma margem mínima e demonstrando que, em uma corrida, cada competidor é um caçador, mirando no alvo à frente.

Leonardo Andrade, na quinta posição, não deixou por menos, destacando-se com um tempo de volta apenas ligeiramente superior ao do líder, provando que no automobilismo a diferença entre os primeiros e últimos colocados é, muitas vezes, apenas uma questão de momento.

Curiosamente, Oswaldo Neves Junior, que terminou em uma posição mais modesta, registrou a melhor volta de toda a corrida com um tempo extraordinário de 49.926 segundos. Essa façanha merece reconhecimento especial, pois fala de um potencial bruto e uma promessa de corridas futuras que certamente estarão sob os holofotes.

Por fim, Amanda Ramos de Souza fechou a tabela de classificação, mas em corridas, o último lugar não é um veredito de habilidade; cada piloto enfrenta seu próprio desafio na pista, e cada volta concluída é uma vitória pessoal.

A crônica desta corrida não é apenas uma história de tempos e velocidades; é uma narrativa de coragem, resistência e a paixão implacável pelo esporte que transcende as estatísticas. Cada piloto, com seu próprio estilo, desenhou nas pistas de Interlagos um capítulo único nesse dia de competição acirrada, comemorando a pura alegria de correr.

Challengers 1


Na pista emblemática de Interlagos, palco de tantas lendas do automobilismo, os corações pulsavam ao ritmo dos karts em um balé mecânico de alta octanagem na corrida Challengers 1. Os competidores alinharam-se com seus karts, cada um ansioso para deixar sua marca no asfalto que já testemunhou o triunfo e a desolação de tantos antes deles.

A competição foi um desfile de habilidade e tenacidade, com Otazu dominando o circuito como um maestro comanda sua orquestra, cravando a melhor volta da prova com 52.606 segundos de pura poesia cinética. Logo atrás, Helio Matias e Fabricio Sousa não deixavam barato, grudados um no outro como selos em uma carta de desafio, separados por apenas décimos de segundo, ambos fiéis escudeiros ao ritmo impecável do líder.

Thiago Eloi Olio e Paulo Ferreira trouxeram mais tempero à disputa, com estratégias de corrida que oscilavam entre o arrojado e o calculista, suas posições de destaque consolidadas na tabela.

Mas como uma comédia pastelão em meio a uma sinfonia, tivemos Ricardo Bunnyman Coelho Soares, cujo nome e atuação na pista sugeriam um pouco mais de saltitar e menos acelerar. O carismático piloto, número 14, deve ter confundido a pista com uma toca de coelho, onde se entra rápido e se sai... bem, uma volta atrás. Talvez tenha se distraído procurando cenouras pelo caminho ou, quem sabe, seus pensamentos estavam na Páscoa que se aproxima. Certamente, ele não encontrou ovos de chocolate escondidos na reta dos boxes, mas pode ter encontrado uma ou duas lições sobre o duro asfalto de Interlagos.

Entre giros e derrapagens, os pilotos desenharam mais uma página na história do kartismo. No fim, todos os competidores, incluindo o nosso querido "Bunnyman", compartilharam aplausos e risadas sob o céu que já estava tingido com as cores do entardecer. Afinal, o que seria de uma corrida sem um personagem para trazer um pouco de leveza ao intenso drama da velocidade? A cada Bunnyman que ousa desafiar o cronômetro, o esporte agradece. E nós também.

Master


Na efervescente Master de Interlagos, os motores rugiram e os karts dispararam em um festival de velocidade e destreza técnica. No panteão dos audazes, Edmar Filipe Silva reinou supremo, com uma exibição que o colocou à frente do pelotão, desviando-se das armadilhas do asfalto com a graça de um bailarino, marcando o ritmo de uma dança onde cada curva era uma nota perfeita.

Leonardo Ferreira, com seu segundo lugar, mostrou que ser vice não é sinônimo de menos valor, mas que a diferença entre o primeiro e o segundo pode ser tão fina quanto o verniz de um kart bem encerado. Thiago Mier, outra estrela desta corrida, não apenas ocupou o terceiro lugar, mas também fez com que cada volta parecesse um desafio pessoal para melhorar, para ir além, para chegar mais perto do lugar mais alto do pódio.

Fabio Tadel e Renzo Arien, completando o top cinco, lutaram suas próprias guerras, com voltas tão rápidas que se confundiam com o próprio vento, deixando para trás uma esteira de determinação e a promessa de que, na próxima vez, poderiam ser eles a cruzar a linha de chegada em primeiro.

No entanto, não podemos esquecer o nosso destemido Filipe Paro, cujo nome agora está entrelaçado com a lenda do infame kart 10. Lutando contra a conspiração das máquinas, ele descobriu que, às vezes, a batalha não é apenas contra os outros pilotos, mas contra o próprio equipamento. Os boatos sobre o kart 10, outrora sussurrados com temor e humor nos boxes, agora encontraram um rosto. Filipe encarou o desafio, e enquanto ele não teve a glória de cruzar a linha em primeiro, sua luta contra o rebelde kart tornou-se uma saga digna de ser contada.

Cada piloto levou para a pista não só a esperança de vitória, mas também uma história única, tecendo um tapeçaria de sonhos, esforço e, às vezes, um pouco de azar. E enquanto alguns, como Cebola e Pedro Negrão, cortavam o vento com a eficiência de flechas disparadas de um arco, outros, como o carismático Filipe Paro, lembraram a todos que, no esporte, nem sempre os deuses da velocidade estão a favor.

Interlagos viu mais uma corrida se desenrolar em seu asfalto histórico, cada kart, cada piloto, cada volta uma pincelada de cor em um quadro que já está repleto de momentos memoráveis. E, quando os motores finalmente se aquietaram e os karts foram recolhidos, todos sabiam que a lenda do kart 10 e o valente Filipe Paro seriam lembrados, não só pelo que poderia ter sido, mas pelo espetáculo que, de fato, foi.

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Zé Magoo - Master

Antonio Zambon - Challengers

Guilherme - Padawan 2

Sugano - Master

Thiago Olio - Challengers